Servidora Regina é homenageada no Curso de Formação Inicial

Regina aposentou-se após 21 anos de atividades na EPM.

 

A coordenação do Curso de Formação Inicial da EPM prestou uma homenagem na terça-feira (6) à servidora Maria Regina de Carvalho Costa, ex-coordenadora de Cursos da Escola, aposentada no último dia 29, após 21 anos de trabalho na EPM, 12 deles como chefe da Seção de cursos para magistrados.

 

O evento foi prestigiado pelo diretor e pelo vice-diretor da EPM, desembargadores Luis Francisco Aguilar Cortez e Milton Paulo de Carvalho Filho; pelos ex-diretores da Escola desembargadores Fernando Antonio Maia da Cunha, Antonio Carlos Villen e Francisco Eduardo Loureiro; pelo desembargador aposentado Hamid Charaf Bdine Junior, pela juíza aposentada Dora Aparecida Martins, pelos juízes integrantes da coordenação do curso Marcos Pimentel Tamassia (coordenador-geral), Ana Rita de Figueiredo Nery, André Carvalho e Silva de Almeida, Antonio Maria Patiño Zorz, José Eugenio do Amaral Souza Neto, Luís Felipe Ferrari Bedendi e Márcio Teixeira Laranjo, e pelos juízes substitutos do 188º Concurso de Ingresso, entre outros magistrados e servidores.

 

Luis Francisco Cortez salientou a satisfação por homenagear alguém que tanto auxiliou na EPM e por receber os ex-diretores e outros magistrados que atuaram na Escola. “A Escola vem sendo construída passo a passo e se hoje ela tem um bom trabalho desenvolvido e uma boa imagem, isso se deve a essas pessoas que colocaram parte de suas vidas e de seus conhecimentos para trazer a possibilidade de ter uma Escola aberta, que procura transmitir informações de qualidade para todos. Devo muito ao exemplo e ao trabalho de cada um dos ex-diretores”, frisou. Ele ressaltou a relevância da contribuição da homenageada, assim como de outros funcionários já aposentados, como a Rosa Maria Gomes Bagdzius. “Nós gestores temos uma passagem por algum tempo pela Escola e essa base que vem sendo transmitida a cada direção é sustentada pelos servidores, que têm a expertise, e parte da qualidade de seu trabalho se vê pela continuidade, com a formação de novos quadros. Então, renovamos nosso agradecimento à Regina por todo o trabalho realizado e lhe desejamos o melhor”, concluiu.  

 

Fernando Maia da Cunha destacou a dedicação, o zelo e o carinho demonstrados durante tantos anos pela homenageada aos cursos da Escola. “O êxito dos cursos de formação inicial depende fundamentalmente daquilo que os servidores da Escola preparam. Deixo o meu agradecimento à Regina pelo trabalho realizado durante o tempo em que passei na Escola, trabalho que já vinha anteriormente e que continuou, porque os servidores completam o nosso trabalho, para que os cursos estejam sempre em consonância com a modernidade”, salientou, enfatizando que a aposentadoria é um tempo para exercer o descanso e outras atividades e desejando muitas felicidades à servidora e aos juízes substitutos.

 

Antonio Carlos Villen, integrante da Banca Examinadora do 188º Concurso, cumprimentou os integrantes da coordenação do curso e os juízes substitutos e afirmou que sente muitas saudades da EPM e dos servidores em especial. “A dedicação dos servidores da Escola dignifica ao máximo o serviço público, que tem na Escola um exemplo de excelência e de dignidade que muito nos honra. E a Regina, nos cursos para magistrados e especialmente no Curso de Formação Inicial, teve um papel excepcional e ainda tem muito a oferecer profissionalmente. O serviço público te agradece por tudo que você fez e continuará fazendo”, ressaltou, desejando muitas felicidades a todos.

 

Francisco Loureiro recordou que quando passou a integrar o corpo docente da Escola, durante a gestão do ministro Cezar Peluso (1999/2002), a Regina já era funcionária. Ele também ressaltou a dedicação da funcionária e a sua atuação como “uma ponte fundamental” entre a EPM e a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), enfatizando que o Curso de Formação Inicial demanda um trabalho imenso e deve ser previamente aprovado pela Enfam, por meio de um processo altamente complexo. “Os funcionários da EPM têm como marca uma dedicação e um amor incondicional pela Escola, porque adoram aquilo que fazem. Eles ficam e nós magistrados passamos pela Escola”, asseverou, agradecendo a homenageada por tudo o que fez pela Escola e cumprimentando os juízes coordenadores do curso pelo trabalho, os demais magistrados e os juízes substitutos. 

 

Falando em nome da coordenação do curso, Ana Rita Nery ponderou que a vida de dedicação da Regina ao ensino judicial se confunde com a história das centenas de juízes substitutos que passaram pelo Curso de Formação Inicial durante o seu período de trabalho. “Para mim é impossível tentar lembrar o início de carreira sem trazer à memória a simpatia e o acolhimento da Regina, mas naquela época eu não fazia ideia do árduo trabalho de organização do curso e do empenho dos servidores para que a nossa carreira seja menos árdua e mais acolhedora. E a Regina não mediu esforços para se aperfeiçoar e transmitir o seu conhecimento para tantos servidores e juízes que passaram a atuar no curso. Ela personifica todo o investimento do Tribunal de Justiça de São Paulo no ensino judicial e a seriedade com que os cursos de formação inicial e de vitaliciamento são tratados pela Escola”, ressaltou, desejando felicidades à homenageada.

 

Marcos Tamassia agradeceu a participação e a pronta adesão de todos à homenagem e lembrou que sempre viu a Regina como uma colega de estudos nos cursos de formação de formadores da Enfam. “Ela nos ensinou a importância do planejamento pedagógico e da adequação dos cursos às normas da Enfam, nos ajudou a formar novos formadores e especialmente trouxe o estímulo ao afeto, que imprimiu entre nós e entre os juízes substitutos”, frisou.

 

Na sequência, a mineira Regina foi homenageada com a apresentação de uma cantora do Vale do Jequitinhonha.

 

Emocionada, Regina agradeceu a homenagem e frisou que todos fazem parte de sua história, salientando que o trabalho na EPM foi uma caminhada de muito aprendizado e a realização do sonho de trabalhar com a docência. “Cada diretor tem um olhar para a Escola e cada olhar constrói um pedaço da Escola. Cada coordenador tem uma forma de trabalho e nós vamos aprendendo os pilares da educação, os conteúdos, a forma de fazer e de conviver. É um aprendizado constante. Para mim, uma escola é um solo sagrado, onde o conhecimento é compartilhado e construído com amorosidade e acolhimento e faz com que o mundo seja melhor. E quando essa construção é coletiva, é efetiva, porque tem um pedacinho de cada um e vamos sempre agregando. Foi um trabalho árduo, mas compartilhado com os coordenadores e os diretores, que sempre foram muito participantes, e esse é o sucesso do curso, o coletivo”, concluiu.

 

MA (texto) / Reprodução (imagens)


O Tribunal de Justiça de São Paulo utiliza cookies, armazenados apenas em caráter temporário, a fim de obter estatísticas para aprimorar a experiência do usuário. A navegação no portal implica concordância com esse procedimento, em linha com a Política de Privacidade e Proteção de Dados Pessoais do TJSP