EPM promove novo curso de introdução à Justiça Restaurativa
Encontro foi dedicado à ambientação e apresentação.
A EPM iniciou nas sexta-feira (24) o 14º Curso de introdução à Justiça Restaurativa, realizado de maneira on-line. O encontro foi dedicado à unidade de ambientação e boas-vindas dos alunos, com a apresentação dos tutores, do conteúdo e dos materiais que serão empregados no curso.
Na abertura, a desembargadora Gilda Cerqueira Alves Barbosa Amaral Diodatti, coordenadora da Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça de São Paulo, destacou que o curso proporcionará embasamento técnico e teórico, reflexão e ferramentas para que “a Justiça vá aos poucos se tornando um espaço não apenas de prestação jurisdicional ao caso concreto, mas também de transformação estrutural, prevenção de novos conflitos e construção de uma sociedade mais pacífica”. Ela esclareceu que há 22 núcleos de Justiça Restaurativa no estado, atuando em áreas como Infância e Juventude, Violência Doméstica, Civil, Criminal e Ambiental e há projetos para avançar em outras ambiências.
A juíza Eliane Cristina Cinto, coordenadora do curso e da área de Justiça Restaurativa da EPM, ressaltou que aproximadamente 70% das vagas foram preenchidas pelo público externo e que o curso foi o primeiro credenciado pela EPM na Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), com participação de alunos fora do sistema de Justiça. “Vemos com grande alegria essa participação e este credenciamento”, comemorou.
O juiz Egberto de Almeida Penido, coordenador adjunto do curso e coordenador da área de Justiça Restaurativa da EPM, salientou que a direção da Escola tem acolhido as práticas alternativas do sistema de Justiça com muita expertise, especialmente a Justiça Restaurativa. “A EPM foi a segunda escola do Brasil a ter um Centro de Estudos de Justiça Restaurativa. De lá para cá, houve muita produção de conhecimento”, frisou.
Durante o encontro foram apresentadas as tutoras e facilitadoras do curso e compartilhadas informações sobre a programação. Participaram também o juiz Marcelo Nalesso Salmaso, coordenador dos trabalhos do Grupo Gestor de Justiça Restaurativa do TJSP, as servidoras Luciana Mattos, Renata Zarantonelli Barbosa, Paula Fernandes Moreira e a psicóloga Sueli Aparecida Correa.
LS (texto e arte)